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Desing by: Gisele Cristine

Parceria do Brasil com a Alemanha vai mover carro com gás de esgoto

Uma experiência inédita no Brasil, fruto do convênio entre instituições públicas do país e da Alemanha, pretende transformar o gás liberado no processo de tratamento de esgoto em combustível para automóveis, no intuito de diminuir o consumo de petróleo e reduzir as emissões à atmosfera de dióxido de carbono.

O projeto-piloto será implantado pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) na cidade de Franca, no interior paulista, após firmar convênio com o Instituto Fraunhofer, de Stuttgart, em Baden-Württemberg.

Franca (Foto: Divulgação)

Com investimento estimado em R$ 6 milhões, sendo que R$ 5,1 milhões serão aplicados pelo governo da Alemanha por meio da Iniciativa Internacional de Proteção Climática, do Ministério do Meio Ambiente, a estação de tratamento de esgoto (ETE) de Franca será equipada com um biodigestor que vai captar diariamente 2.700 m³ de biogás e irá enriquecê-lo com a inserção de componentes químicos para que se transforme em 1.800 m³ de biometano, que tem o mesmo poder calorífico da gasolina.

“Um metro cúbico de biometano equivale a um litro de gasolina. Este produto resultante do tratamento do esgoto será aplicado na frota de veículos da Sabesp que atende a região de Franca”, diz Werner Sternad, pesquisador da área de Biotecnologia Ambiental e Engenharia de Bioprocessos do Instituto Fraunhofer.

Fonte: Globo Natureza
* Postado por: Gisele às 14h27



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Fundo do Clima da ONU ainda causa polêmica entre países, diz negociador

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Os governos nacionais continuam divergindo sobre quanto poder deve ser dado a um fundo das Nações Unidas que ajudará países em desenvolvimento a enfrentarem as mudanças climáticas, faltando poucas semanas para uma decisiva cúpula climática na África do Sul, segundo um negociador europeu.

No ano passado, os países concordaram com a criação do “Fundo Climático Verde”, que deve chegar a 2020 canalizando US$ 100 bilhões anuais para os países em desenvolvimento. No mês passado, um comitê da ONU concluiu o esboço do fundo, numa reunião na África do Sul.

As propostas serão debatidas por negociadores do mundo todo entre 28 de novembro e 9 de dezembro em Durban. Diante do impasse para a aprovação de um novo tratado climático de cumprimento obrigatório, para vigorar a partir de 2013, a adoção do fundo climático é o máximo que se espera da cúpula sul-africana.

Mas os EUA e a Arábia Saudita se opõem a alguns aspectos do fundo, segundo Laurence Graff, chefe da unidade de relações internacionais e interinstitucionais da Comissão Europeia.

“A natureza dessas objeções – se elas são preocupações sérias, ou se (os dois países) desejam acrescentar recomendações – está para ser vista”, disse Graff.

Os EUA e outros países desejam que o Banco Mundial tenha um papel central na gestão do fundo, enquanto algumas nações em desenvolvimento e ambientalistas se opõem, alegando que a instituição não tem credenciais ambientais. “A questão é de fato se o fundo deve ser autorizado a realizar seus próprios projetos sem recorrer ao Banco Mundial” disse ele.

Apelo – Nesta quinta-feira (3), o presidente mexicano, Felipe Calderón, pediu aos Estados Unidos e à China que aceitem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, para assegurar o sucesso das novas negociações climáticas.

“Um acordo entre EUA e China é absolutamente necessário”, disse Calderón a líderes empresariais, num evento paralelo à cúpula do G20 (grupo de economias desenvolvidas e emergentes) no sul da França.

“É importante, crucial para a humanidade, que a maior economia do mundo (os EUA) e o maior emissor mundial (de gases do efeito estufa, a China) firmem um compromisso formal”, acrescentou Calderón. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 14h22



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Relatório dos EUA aponta recorde nas emissões de gases em 2010

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O volume de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global, liberado na atmosfera deu um salto sem precedentes em 2010, segundo os últimos dados mundiais sobre emissões de dióxido de carbono, compilados pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos.

“Isso é grande”, afirmou Tom Boden, diretor da Divisão de Ciências Ambientais do Centro de Análise de Informação sobre o Dióxido de Carbono, do Laboratório Nacional de Oak Ridge, no Tennessee. “Nossos dados remontam a 1751, mesmo antes da Revolução Indsutrial. Nunca antes nós vimos um aumento de 500 milhões de toneladas métricas de carbono em um único ano”, acrescentou.

A elevação, medida de emissões de CO2 liberadas na atmosfera resultantes da queima de carvão e gás, alcançou cerca de 6% entre 2009 e 2010, subindo de 8,6 para 9,1 bilhões de toneladas métricas.

Grandes saltos foram registrados em Estados Unidos, China e Índia, os maiores poluidores do mundo. Picos significativos posteriores a 2009 também foram registrados em Arábia Saudita, Turquia, Rússia, Polônia e Cazaquistão.

Alguns países, como Suíça, Azerbaijão, Eslováquia, Espanha, Nova Zelândia e Paquistão tiveram reduções sutis entre 2009 e 2010, mas estes países foram exceções. Grande parte da Europa demonstrou uma elevação moderada.

Economia melhor, emissão maior – Segundo Boden, os números podem indicar uma recuperação econômica após a recessão global de 2007-2008. “Pelo menos do ponto de vista do consumo de energia, as companhias voltaram aos níveis manufatureiros, competindo com índices pré-2008; as pessoas voltaram a viajar, sendo assim as emissões do setor do transporte competiram com as do período pré-2008″, afirmou.

Mas os dados também geraram preocupações sobre a saúde do meio ambiente. “Esta notícia é muito ruim”, afirmou John Abraham, professor associado da Escola de Engenharia da Universidade de St. Thomas, em Minnesota. “Estes resultados demonstram que será mais difícil fazer os duros cortes de emissões ao nos confrontarmos com uma crise climática”, emendou.

Os dados foram extraídos de estatísticas das Nações Unidas, reunidas de cada país do mundo a respeito dos estoques de energia em combustíveis fósseis, exportações e produção, bem como dados energéticos compilados pela gigante petrolífera BP.

“Se você sabe quanto de um combustível é consumido e se conhece a taxa de oxidação e o conteúdo de carbono do combustível, pode-se deduzir uma estimativa de emissão, portanto este é um algorítmo bastante direto para fins de cálculo”, concluiu Boden.

Em maio, a Agência Internacional de Energia (AIE) já havia divulgado relatório dizendo que as emissões internacionais de gases de efeito estufa bateram um recorde histórico em 2010.

Segundo a agência, as emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, em 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica internacional. (Fonte: Globo Natureza)

* Postado por: Gisele às 14h20



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Economia Verde será o tema principal da Conferência da ONU Rio+20

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A celebração do aniversário do Dia das Nações Unidas (ONU) realizada na terça-feira (24) em Brasília foi dedicada à preparação da Rio+20. A sustentabilidade e a Conferência Rio+20, foram o assunto da solenidade que comemorou o aniversário de 66 anos da ONU. O coordenador da ONU no Brasil, Jorge Chediek, abriu o evento falando sobre a conferência.

“A preparação da conferência ocorre em um momento complexo, quando, de muitos lados, vem sendo questionada a capacidade das organizações multilaterais de oferecer soluções para os problemas globais, em que há a crise econômica, o aumento do desemprego e da desigualdade, os conflitos armados e a violação de direitos humanos, as mudanças climáticas, entre tantos outros”, disse Chediek.

O coordenador também anunciou a construção do primeiro edifício do complexo que hospedará a Casa da ONU em Brasília no Setor de Embaixadas Norte. O contrato foi assinado na semana passada.

Chediek disse que assim como a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento de 1992, conhecida como Rio 92, o evento do ano que vem pode representar uma mudança significativa na consciência global, na relação entre desenvolvimento e proteção do meio ambiente. “Temos a esperança de que a Rio+20 represente um novo marco para a humanidade, afirmando um acordo global que garanta a sustentabilidade ambiental, a equidade e o desenvolvimento humano”.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, finalizou a solenidade. “O Brasil virá com a proposta de uma economia verde inclusiva e isso nós estamos esperando compartilhar com os outros países e com outras sociedades, de tal maneira que nós temos a plena convicção de que é possível sim promover a inclusão social, promover a estabilidade econômica e promover sustentabilidade ambiental”.

A ministra falou também sobre os desafios do governo “Temos certamente um desafio que é erradicar a pobreza no Brasil, a extrema pobreza que está agora também sendo um desafio também como as questões ambientais, e o Brasil lançou o Bolsa Verde”.

A Rio+20 ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5 e 6 de junho de 2012 e marcará o 20° aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Unced) organizada em 1992 e o décimo aniversário da Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável 2002 que ocorreu em Joanesburgo. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 21h01



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Ambientalistas querem transparência em concessão de unidades de conservação

http://www.apremavi.org.br/media/fotos/Cachoeira_Parque_3_1.jpg

O anúncio, na semana passada, de que o governo começa a estudar uma fórmula para fazer parcerias público-privadas (PPPs) e concessões de unidades de conservação federais, como os parques nacionais, foi recebido com entusiasmo por ambientalistas ouvidos pela Agência Brasil. Eles esperam, no entanto, que o estabelecimento das regras de licitação e a própria concessão sejam transparentes.

“Gostaria de saber como vai ser o controle social na sequência”, diz a secretária-geral interina do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito, que considerou ainda “muito genérico” o acordo de cooperação assinado na última semana entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão para estabelecer as concessões e PPPs. Ela ressalta que deve haver preocupação especial com a educação ambiental “para que esse negócio não vire Disneylândia”.

O vice-presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Instituto Ipê), Cláudio Pádua, também apoia a iniciativa, mas espera que a sociedade civil seja convidada a discutir as futuras PPPs. “Eu estou entendendo que o terceiro setor ainda vai ser chamado.”

Pádua não acredita que seja possível fazer concessões ou parcerias de todas as unidades (310). “Serão apenas as joias da coroa, em algumas unidades não há interesse”, o que, em sua opinião, ainda será vantajoso porque muitos servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) serão liberados para trabalhar em outras áreas. O ambientalista ressalta que o “o processo será mais eficiente se o ICMBio estiver melhor aparelhado”.

Eduardo Martins, ex-presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), durante os governos de Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, avalia que “no dia em que os parques nacionais passarem a ser visitados, eles serão valorizados”.

O ex-presidente do Ibama acredita que o desenho das PPPs seja interessante porque permite à iniciativa privada participar desde os trabalhos preliminares de elaboração dos planos de manejo das unidades e dos projetos básicos e executivos, onde se preveja custos, à logística para visitação, as formas de gestão e a viabilidade econômica.

Martins presidiu o Ibama quando o governo federal fez a primeira concessão de unidade de conservação (1998), a do Parque Nacional de Iguaçu (PR). Na época, a iniciativa foi criticada por entidades civis e por funcionários do instituto. “O argumento é que estávamos privatizando. Mas concessão não é privatização”, defende.

Atualmente, o Parque Nacional de Iguaçu tem seis empresas concessionárias trabalhando na visitação, nos serviços de passeio, helicóptero e hotelaria. No ano passado, o parque recebeu 1,265 milhão de turistas, com índice de satisfação de 90%. A unidade gera 850 empregos diretos, o que favorece o apoio da comunidade local.

“No momento que gera mais emprego e paga mais impostos, o parque passa a ser visto como uma empresa profissional”, disse à Agência Brasil o chefe do parque, Jorge Luiz Peguraro. Com a gestão bem sucedida, ele se sente liberado para cuidar da missão prevista no estatuto do ICMBio. “Nossa função é cuidar da biodiversidade, cuidar da unidade que deve ser protegida”, defende.

Além das unidades federais, o estado de São Paulo também deve fazer concessão de áreas sob o cuidado da Fundação Florestal. Um decreto foi publicado pelo governador Geraldo Alckmin no começo deste mês instituindo o Programa de Parcerias para as Unidades de Conservação.

Tanto as primeiras concessões do governo paulista quanto as do governo federal devem ser licitadas no primeiro semestre de 2012. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 21h00



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Rinoceronte javanês do Vietnã está extinto, diz WWF.

Um rinoceronte encontrado morto no ano passado no Vietnã era o último no país, o que deixou a espécie à beira da extinção, informou o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) nesta terça-feira (24). Apenas uma pequena população resta agora na Indonésia.

Análises genéticas de 22 amostras de excremento coletadas no Parque Nacional Cat Tien, no Vietnã, entre 2009 e 2010, indicaram que o animal, encontrado morto com uma bala alojada na perna e com seu chifre removido, em abril de 2010, era o último rinoceronte selvagem do Vietnã.

A caça ilegal foi a provável causa da morte, disse a WWF em um relatório.

“É triste ver que, apesar do investimento significativo na população de rinocerontes vietnamitas, esforços de conservação não conseguiram salvar esse animal. O Vietnã perdeu parte de seu patrimônio natural”, disse um comunicado citando Tran Thi Minh Hien, diretor da WWF no Vietnã.

Chifres de rinocerontes são um ingrediente cobiçado na medicina oriental tradicional, pois segundo rumores ajudam a curar o câncer ou prevenir contra a doença, apesar de cientistas afirmarem que não existem provas que sustentem essa crença.

Segundo a WWF, até 1988 acreditava-se que o rinoceronte, originário da ilha de Java, na Indonésia, estava extinto da Ásia continental, mas um deles foi caçado na área de Cat Tien, conduzindo à descoberta de uma pequena população no Vietnã.

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Apesar dos esforços de diversas organizações para proteger os animais remanescentes, “a proteção ineficaz do parque foi, em última instância, a causa da extinção”, afirmou a organização.

Acredita-se agora que os rinocerontes javaneses, em verdadeiro risco de extinção, estejam confinados a uma população de menos de 50 indivíduos em um pequeno parque nacional na Indonésia, disse a WWF.

Apesar das restrições, o comércio de vida selvagem continua sendo uma ameaça para uma série de outros animais em risco de extinção. A mídia estatal vietnamita disse na segunda-feira que autoridades alfandegárias confiscaram mais de uma tonelada de marfim de elefante escondido em um pacote destinado à China. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 20h58



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[REPERCUTINDO] Buraco na camada de ozônio alcança tamanho máximo desta temporada

 

O buraco na camada de ozônio no Hemisfério Sul chegou a seu nível máximo anual no dia 12 setembro, ao alcançar 16 milhões de quilômetros quadrados, o nono maior dos últimos 20 anos, informaram nesta quinta-feira (20) a agência espacial americana e a Administração Atmosférica e Oceânica (NOAA).

A camada de ozônio protege a vida terrestre ao bloquear os raios solares ultravioleta e sua redução adquire especial importância nesta época do ano, quando o Hemisfério Sul começa a ficar mais quente.

A Nasa e a NOAA utilizam instrumentos terrestres e de medição atmosférica aérea a bordo de globos e satélites para monitorar o buraco de ozônio no Polo Sul, os níveis globais da camada de ozônio na estratosfera e as substâncias químicas artificiais que contribuem para a diminuição do ozônio.

“As temperaturas mais frias que a média na estratosfera causaram neste ano um buraco de ozônio maior que a média”, disse Paul Newman, cientista-chefe do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa.

“Embora fosse relativamente grande, a área do buraco de ozônio neste ano estava dentro da categoria que esperávamos, dado que os níveis químicos de origem humana persistem na atmosfera”, lamentou.

O diretor da divisão de Observação Mundial da NOAA, James Butler, afirmou que o consumo dessas substâncias que destroem o ozônio diminui pouco a pouco devido à ação internacional, mas ainda há grandes quantidades desses produtos químicos causando danos.

No entanto, a maioria dos produtos químicos permanece na atmosfera durante décadas.

A NOAA esteve monitorando o esgotamento do ozônio no mundo todo, incluindo o Polo Sul, de várias perspectivas, utilizando globos atmosféricos durante 24 anos para recolher os perfis detalhados dos níveis de ozônio, assim como com instrumentos terrestres e do espaço. (Fonte: AmbienteBrasil)

  • Comentários (Equilíbrio Ecológico)

Particularmente acho essa notícia importantíssima para o conhecimento alheio. O buraco na camada de ozônio é preoucupante e me deixa muito sensibilizada. A minha função aqui é informar ao público da necessidade de uma mudança porque o planeta não pode esperar. A cada ano que se passa os problemas ambientais vem aumentando e por culpa do homem. Faço o que eu posso para ajudar e pretendo fazer muito mais. Espero que não só eu, mas os meus parceiros também possam ajudar nessa luta de preservação ambiental. Agradeço a vôcê pela visita e espero que faça o que pode para ajudar o meio ambiente.

* Postado por: Gisele às 22h45



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Pesquisa vai verificar impacto da mudança do clima nas aves do Brasil

Caso a previsão de aumento do nível do mar em decorrência da mudança climática se confirmar, conforme o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), a população de aves que vivem nas regiões úmidas da costa do Brasil, principalmente as áreas de estuário, pode ser afetada, ocasionando, inclusive, a extinção de espécies.

Um estudo realizado por pesquisadores do Paraná vai tentar identificar qual será o impacto desta transformação global no cotidiano de pássaros como o bate-bico (Phleocryptes melanopis) e a saracura (Pardirallus nigricans), que vivem em vegetações herbáceas de regiões estuarinas, ambiente de transição da água doce para a água salgada.

A análise será feita na Área de Proteção Ambiental de Guaratuba, no município de mesmo nome, e no entorno da Lagoa do Parado. Segundo Bianca Reinec, doutora em Biologia e integrante do projeto “Vulnerabilidade de aves estuarinas à mudança climática”, que recebeu financiamento da Fundação Boticário, essas e outras aves que vivem nesses locais úmidos costumam fazer ninhos na vegetação.

“Um pequeno aumento que seja do nível da água pode afetar a reprodução desses animais. Outro exemplo também previsto para a mudança do clima é o aumento da incidência de vendavais e tempestades que deverão atingir esses ambientes, destruindo ninhos e ovos”, disse a pesquisadora.

Evitar a extinção de espécies – Bianca afirma que o bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris), ave endêmica do litoral do Paraná e de Santa Catarina, já foi afetado pelas alterações das marés, segundo especialistas. “A espécie foi descrita em 1995 e desde então houve diversas modificações no seu habitat devido às transformações do ambiente”, explica a bióloga.

Um dos principais objetivos do estudo, que vai começar neste fim de semana, será um censo para identificar quantas espécies de pássaros vivem nestes locais, além de conhecer também quais e quantas são as aves migratórias que dependem deste ambiente para alimentação e reprodução.

“A partir destes dados, vamos planejar formas de realizar futuramente o manejo de animais para outras localidades, etapa considerada a adaptação da mudança do clima. Não podemos evitar essas transformações, mas podemos trabalhar para criar ambientes artificiais para que as espécies continuem existindo”, disse Bianca.

Impacto do homem – Também com o objetivo de avaliar o impacto da mudança do clima no litoral paranaense e a interferência do homem neste ambiente, outro estudo vai analisar uma região de 612 km², nas proximidades do porto de Paranaguá, com o intuito de coletar dados sobre a biodiversidade marinha e as transformações que ocorrem nos sedimentos costeiros.

Coordenado por Marcelo Lamour, geólogo e coordenador do projeto BioMar, a ideia é definir áreas que necessitam ser preservadas pelo estado. “Com a passagem constante de grandes navios para o porto de Paranaguá, existe o processo de drenagem (retirada de sedimentos do fundo do mar para aumentar a profundidade oceânica e permitir a passagem de embarcações) que afeta a vida marinha. Queremos avaliar este impacto e verificar o que pode ser modificado nestas ações”, complementou Lamour. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 22h39



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Chuva na América Central é consequência do aquecimento global

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As chuvas ininterruptas que caem sobre a América Central e que haviam deixado até esta segunda-feira (17) 80 mortos, milhares de pessoas sob risco sanitário e enormes perdas materiais, são efeito direto das mudanças climáticas nos vulneráveis países da região, afirmaram especialistas consultados pela AFP.

Uma conjunção de fenômenos atmosféricos determinaram que em El Salvador se superasse o recorde de chuvas acumuladas (1.200 milímetros em uma semana), algo sem precedentes, nem mesmo visto na passagem do furacão Mitch em 1998, quando foram registrados 860 milímetros, o que chamou a atenção dos especialistas.

“As mudanças climáticas não são algo que virá, nós já estamos sofrendo seus efeitos, isto (a ocorrência de tempestades) é uma evidência a mais da vulnerabilidade que está nos levando a níveis incertos de exposição, com a qual nossas sociedades terão que conviver”, afirmou à AFP o técnico da Comissão Centro-americana de Ambiente e Desenvolvimento (CCAD), Raúl Artiga.

Coordenador da unidade de Mudanças Climáticas e Gestão de Risco da CCAD, com sede em San Salvador, Artiga considera que a situação atual já supera as previsões da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) e de outras organizações, que previam um prazo de dez anos para o atual cenário.

Custos – Um estudo recente da Cepal, intitulado “A economia das Mudanças Climáticas”, advertiu que em termos fiscais o impacto das alterações no clima representa um passivo que “afetará as finanças públicas por várias gerações”.

Segundo o estudo, no ano de 2010, o custo acumulado estimado “equivale a 73 bilhões de dólares correntes ou 52 bilhões de dólares em valores de 2002, aproximadamente 54% do PIB regional de 2008″.

A situação atual de emergência na América Central que, segundo a meteorologista salvadorenha Lorena Soriano é causada por fenômenos atmosféricos que estão se formando a “uma altitude menor à histórica” no Pacífico, além de deixar 80 mortos até o momento, destruiu pontes, milhares de quilômetros de vias e causou perdas milionárias à agricultura de subsistência de grãos básicos.

“O que estamos evidenciando é a crescente ocorrência de eventos deste tipo (tempestades) na última década e isto nos dá um sinal de que efetivamente a variabilidade climática, associada às mudanças climáticas, é precisamente um dos elementos aos quais vamos estar sujeitos”, advertiu Artiga.

A coordenadora para a América Central da Associação Mundial para a Água (GWP, na sigla em inglês), Maureen Ballestero, advertiu que o panorama é preocupante.

Segundo Ballestero, o que acontece é uma “mistura de variabilidade climática com mudanças climáticas e isto é preocupante. Há muita influência dos efeitos das mudanças climáticas. Não podemos tapar os olhos. Estamos vivendo os efeitos na América Central”.

Para o ministro do Meio Ambiente de El Salvador, Herman Rosa Chávez, as chuvas torrenciais, causadas por fenômenos originados no Oceano Pacífico, “fazem parte de eventos extremos”, com o risco de que “a frequência com que ocorrem esteja aumentando”.

“Temos um transtorno no clima. Na década de 1960 e 1970 tivemos o impacto de um fenômeno atmosférico em cada década; depois, nos anos 1980 houve dois; na década de 1990, quatro; entre 2000 e 2010 já foram sete eventos e nesta nova década já temos o primeiro evento e a pergunta é, quantos serão?”, explicitou Rosa Chávez.

Em vista dos custos de se adaptar às mudanças climáticas, Rosa Chávez apelou ao acesso do Fundo Verde que, sob o princípio da “responsabilidade compartilhada”, é guarnecido com contribuições dos países que emitem maior quantidade de gases de efeito estufa. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 15h07



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Debate define estratégias para conservação de espécies ameaçadas

Qual é a dimensão da biodiversidade brasileira? Cientistas e pesquisadores ainda não podem afirmar, mas sabe-se que, até o momento, o número de espécies desconhecidas é maior que o de já identificadas. Estima-se que o território nacional abrigue cerca de 210 mil espécies, sendo 134 mil de animais e 49 mil de plantas.

No entanto, uma quantidade cada vez maior de espécies encontra-se em estado de extinção, devido à perda de habitat, exploração indevida de recursos naturais, desmatamento, queimadas, poluição e outros fatores.

Atualmente, existem 627 espécies da fauna brasileira que correm o risco de desaparecer e constam da chamada Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas de Extinção. Cerca de 60% delas estão em territórios protegidos, e aproximadamente 75% das áreas federais de conservação abrigam estas populações.

As unidades de conservação e os planos de ação das espécies ameaçadas são considerados alguns dos principais instrumentos para a preservação da biodiversidade. “Associando estas estratégias conseguimos evitar que as populações destes animais sejam extintas”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em colóquio nacional no Senado Federal sobre proteção de espécies ameaçadas de extinção, realizado na sexta-feira (15).

De acordo com a ministra, até 2014, o MMA pretende concluir os planos de ação de todas as espécies da fauna em estado de ameaça, e até o final deste ano, cerca de 35% destes planos devem ser finalizados.

“A gestão adequada de espécies inclui o uso sustentável dos componentes da biodiversidade, o acesso do público às áreas de preservação e um amplo processo de participação científica, além de mais pesquisas. Temos que avançar em metodologias inovadoras, novos modelos de mercado e desenvolver uma visão estratégica sobre as bacias de ativos florestais”, avalia a ministra.

Izabella acrescentou que existe uma nova agenda de conservação para 2020, e que o Brasil deve trabalhar com toda a sociedade e instituições de pesquisa para oferecer uma nova visão de proteção da biodiversidade, de acordo com as orientações das Metas de Aichi, estabelecidas em Nagoya (Japão) durante a última Conferência da Diversidade Biológica (CDB).

O senador Rodrigo Rollemerg (PSB- DF), reforça o coro de que o desafio de conservação da biodiversidade não é um compromisso apenas dos ambientalistas, mas de todos os setores da sociedade.

“Este tema merece uma atenção importante, especialmente no momento em que discutimos o Código Florestal e as causas de destruição das espécies e dos ecossistemas”, disse o senador.

Durante o colóquio, os participantes também debateram os modelos jurídicos e a Política Nacional de Conservação da Biodiversidade, além da relação entre economia e diversidade biológica.

O evento foi promovido pelo MMA, União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e Senado Federal, e contou com a participação de representantes do Governo Federal, Ong’s ambientalistas e sociedade civil.

Gigante pela natureza - O Brasil é responsável pela gestão do maior patrimônio genético do mundo, sendo considerado o País mais rico em biodiversidade do planeta. Segundo o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Bráulio Dias, a cada ano são descritas cerca de mil novas espécies no País. “Talvez possamos gastar cerca de mil anos para descrever toda a nossa diversidade biológica”, avalia.

Ele afirmou ainda que a estratégia nacional de biodiversidade está em fase de atualização, e que há a intenção de se estabelecer um fórum brasileiro voltado para o tema.

No entanto, Dias alerta que, de acordo com o terceiro relatório do estudo Panorama Global da Biodiversidade, nunca houve tanta perda da diversidade biológica no mundo como nos últimos 50 anos.

“Se somarmos a perda de ecossistemas por desmatamento, poluição, aumento da população demográfica e do consumo aos impactos de mudança climática, os prováveis cenários para as próximas décadas são de esgotamento de recursos ambientais e extinção em massa de espécies”, argumentou.

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De acordo com o secretário, o quarto relatório do Instituto Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC/sigla em inglês) estimou que, se não for revertida a situação de aumento dos gases de efeito estufa, poderemos perder nas próximas décadas um terço de toda a biodiversidade do mundo, considerando-se apenas as mudanças climáticas.

Dias acrescenta que existem muitos exemplos locais de conservação exitosos, e que ainda é possível recuperar e conservar espécies que estão em situação muito critica, desde que os diferentes setores da sociedade empreendam um esforço conjunto, de forma associada. “Nosso maior desafio é conciliar os interesses de conservação e desenvolvimento”, conclui. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 15h05



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Município austríaco diminui 95% das suas emissões de CO2

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Güssing, na Áustria, mudou a sua história nos últimos anos. Antes desconhecida e com problemas de desemprego e imigrantes e fuga de jovens para outras localidades europeias, esse município com 4.000 habitantes passou a ser referência em energia verde na Europa.

A cidade se tornou a única da União Europeia a reduzir, desde 1995, mais de 95% de suas emissões de CO2 (dióxido de carbono).

Os benefícios não são apenas ambientais. Güssing passou a receber 30 mil turistas por ano e também criou novos campos de emprego de alta qualificação, além de atrair investidores. Detalhe: ela está na região de Burgenland, uma das mais pobres da Áustria. (Fonte: G1)

* Postado por: Gisele às 15h04



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[REPERCUTINDO] Polêmico cientista sul-coreano anuncia clonagem de coiotes

 

O cientista sul-coreano Hwang Woo-suk, anunciou nesta segunda-feira (17) que conseguiu clonar oito coiotes. Os animais, conhecidos como chacais americanos, correm risco de extinção.

Hwang se tornou polêmico em 2005, quando foi centro de um escândalo científico por falsificar parte dos resultados sobre a obtenção de células-tronco a partir de embriões humanos clonados. Na época, o antigo professor de veterinária da Universidade de Seul reconheceu o erro, foi condenado pelo mal uso de recursos públicos e caiu no esquecimento.

Na atual pesquisa, a equipe liderada pelo cientista usou material genético dos coiotes para fertilizar óvulos de cadelas comuns. Os embriões foram introduzidos em fêmeas de cães, que deram à luz aos filhotes de coiote. Hwang e sua equipe trabalham ainda na clonagem de outra espécie de canídeo selvagem africano em risco de extinção.

“Depois de seis anos de inovação, a taxa de sucesso é agora de 50%. Queremos aplicar técnicas de clonagem que aprendemos trabalhando com cães para animais que estão em risco de extinção”, afirmou o sul-coreano.

O estudo foi financiado pelo governo da província sul-coreana de Gyeonggi. (Fonte: AmbienteBrasil)

* Postado por: Gisele às 15h02



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Mais de 50% dos resíduos sólidos produzidos no país têm destinação correta, mas 4 mil municípios ainda usam lixões

 

O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, defendeu nesta segunda-feira (10) o empenho dos municípios de todo o país para que ao Brasil possa cumprir até 2014 a lei que determina o fim dos lixões e adoção dos aterros sanitários. Segundo ele, 58% dos resíduos sólidos produzidos no país já têm destinação adequada. No entanto, cerca de 4 mil municípios, responsáveis pela produção dos outros 42%, ainda despejam em lixões os materiais descartados pela população.

Apesar do número expressivo, Bonduki espera que nos próximos meses haja uma melhoria significativa do sistema de manejo dos recicláveis. De acordo com ele, 800 municípios estão elaborando projetos com essa finalidade, o que deve elevar para 80% o total de resíduos com destinação adequada.

“Os 20% restante terão que atuar em uma força-tarefa para que possam alcançar bons resultados. Os municípios de pequeno porte devem se mobilizar, elaborar planos de maneira intermunicipal para que possamos atingir a meta”,disse ele, após participar, nesta segunda-feira, da abertura da audiência pública sobre sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A audiência, que termina nesta terça-feira (11), é a terceira que trata do tema e objetiva coletar sugestões para a nova política do setor. Nos dias 13 e 14 de setembro, o assunto foi debatido em Mato Grosso do Sul, com participação de representantes de Goiás, Mato Grosso e do Distrito Federal.

Nos dias 4 e 5 deste mês, houve audiência em Curitiba. Os próximos encontros ocorrerão em Recife, nos próximos dias 13 e 14, e em Belém, nos dias 18 e 19 deste mês. O último debate público será nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, em Brasília. Depois disso, a presidenta Dilma Rousseff deverá assinar decreto regulamentando o Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

Segundo Bonduki, o estado de São Paulo produz um quarto dos resíduos sólidos do país. Apesar disso, SP é a unidade da Federação que tem maior cobertura de aterros sanitários, devido ao seu poder econômico. No entanto, assinalou o secretário, ainda falta “cumprir a segunda parte da lição que é a coleta seletiva”

Além da destinação adequada de resíduos sólidos urbanos, outros temas estão sendo discutidos nas audiências públicas. Entre ele, as políticas de inclusão dos catadores de materiais recicláveis, os resíduos de serviços de saúde, portos, aeroportos e terminais rodoviários, os resíduos industriais, os resíduos de mineração, os resíduos agrossilvopastoris e os resíduos da construção civil. (Fonte: Marli Moreira/ Agência Brasil)

* Postado por: Gisele às 20h34



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Sacolas plásticas podem ser vantajosas

Um estudo elaborado pela Fundação Espaço Eco recentemente, conclui que sacolas descartáveis podem ser ecologicamente vantajosas em determinadas situações. A análise foi feita com oito diferentes tipos de sacolas. Das plásticas tradicionais às fabricadas com o chamado plástico verde – produzido com cana-de-açúcar –  e as oxi-biodegradáveis, todas descartáveis, até as de pano e de plástico duráveis, as de TNT (tecido não tecido) e de papel.

Uma das conclusões do estudo é a de que as sacolas descartáveis são mais ecoeficientes em relação às duráveis quando usadas por consumidores que vão ao supermercado apenas uma ou duas vezes por semana.

Diz o estudo que para quem faz compras mais de três vezes por semana as duráveis são a melhor opção, a não ser que esses consumidores utilizem as descartáveis para colocar o lixo na rua também três vezes por semana.

Diga-se de passagem que o conceito de ecoeficiência – palavra ainda ausente dos dicionários, mas criada para classificar produtos com maior valor agregado de utilidade e menor impacto socioambiental – é relativo e questionável. Depende do resultado que se quer alcançar. Na minha modesta opinião, daqui para frente, o que é supérfluo e descartável é antiecológico.

Por isso não vejo ecoeficiência em produtos feitos para virar lixo em poucos minutos, a menos que sejam extremamente úteis, como material hospitalar, por exemplo. E sacolas distribuídas gratuitamente a torto e a direito no comércio, além de desperdiçar recursos naturais são também o combustível de um desastre ambiental já em andamento nas ruas das cidades e principalmente nos oceanos, com as toneladas de saquinhos plásticos invadindo cada vez mais as águas.

Contra esse fato não há argumento plausível de ecoeficiência. Governantes de vários países sabem disso e estão agindo. Basta ver outro estudo, chamado “A sacola plástica na América Latina e no mundo”, publicado no site da Associação Latinoamericana de Supermercados (Alas).

O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Mattar, fez o resumo da ópera em uma declaração à Agência Estado, quando falou das sacolas descartáveis: “Não dá para gastar água, energia e matérias-primas em um produto que depois será jogado no lixo. Esses recursos são limitados e o ideal é investir em bens mais duráveis”.

Na pior das hipóteses, cobrar pelas sacolas descartáveis é uma forma de fazer o consumidor pensar nisso antes de gastar dinheiro com elas. Porque infelizmente, para nós seres humanos, o que vem de graça não tem valor. Nem bons conselhos.

Fonte: Ambiente Brasil

* Postado por: Gisele às 20h33



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Seca amazônica gerou emissão recorde com CO2 que superou a Índia

 

A seca extrema na região amazônica de julho a setembro de 2010 causou redução da área de floresta e a liberação de 1,8 bilhão de toneladas de gás carbônico para a atmosfera – mais do que a emissão anual de CO2 da Índia no mesmo ano.

A partir de imagens de satélite indicando o quão verde estava a floresta, combinadas com simulações computacionais do ciclo do carbono, Christopher Potter, pesquisador do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa (agência espacial dos EUA), apresentou um cenário preocupante para o ecossistema da região.

Em estudo publicado na revista científica “Environmental Research Letters”, Potter e colaboradores mostraram que essa foi a pior seca da história recente da floresta amazônica.

Os efeitos dessa falta de chuva, segundo eles, são “basicamente equivalentes aos efeitos combinados do desmate e dos incêndios”.

Por volta de 40% da área desflorestada da Amazônia teve pouca chuva no período. O nível da água do rio Negro no porto de Manaus foi o mais baixo já registrado em cem anos de acompanhamento.

A diminuição do aprisionamento de CO2 atmosférico pelas plantas e o aumento de sua liberação na decomposição das que morreram foram as consequências ecológicas abordadas no estudo.

As áreas mais afetadas foram as porções florestais da Colômbia, do Equador, do Acre e do oeste do Amazonas Por um lado, os autores dizem que parte disso pode ser recuperada lentamente a partir da chegada de chuvas, assim como ocorreu com a seca de 2005, a maior até então.

Por outro lado, segundo as previsões dos modelos, esse aumento de secas severas, em parte fruto do desmatamento e das mudanças climáticas, pode sair do controle e levar a Amazônia ao colapso. (Fonte: Marco Varella/Folha.com)

* Postado por: Gisele às 20h32



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